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Itália · Bibliotecas com função de leitura pública · Atividade em 2025, coleta em 2026

Grupos de leitura nas bibliotecas italianas: a oferta varia mais que as médias condicionais publicadas

A oferta de grupos de leitura variou de 28,9% a 61,6% nas seis faixas comuns de porte municipal, enquanto as médias publicadas entre bibliotecas ofertantes que responderam foram de três ou quatro grupos. O denominador reúne 6.252 bibliotecas com função de leitura pública, e não todas as bibliotecas ou os habitantes; 277 bibliotecas de capitais metropolitanas constituem uma categoria separada. Respostas desconhecidas e médias condicionais arredondadas exigem manter as duas medidas distintas.

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Principais resultados

32,7 p.p.

Amplitude da oferta nas seis faixas comuns de porte

28,9% em municípios com até 2.000 habitantes, contra 61,6% na faixa de 10.001–30.000; percentuais arredondados pela fonte.

3–4

Média condicional publicada de grupos

Médias arredondadas para números inteiros entre bibliotecas ofertantes que responderam; grupos, não encontros.

6.252

Bibliotecas com função de leitura pública

A propriedade é outra classificação: 5.851 públicas e 401 privadas. O censo mais amplo, com todas as funções, contém 8.883 bibliotecas.

277

Bibliotecas de capitais metropolitanas em categoria separada

65,3% declararam grupos; essas instituições estão excluídas das seis faixas comuns de porte.

25,1 p.p.

Diferença aproximada após o cenário mais favorável para os desconhecidos da menor faixa

61,6% contra um limite de cenário de 36,5%; sensibilidade à situação desconhecida, não intervalo de confiança.

Onde aparece a diferença

Nos municípios italianos com até 2.000 habitantes, 28,9% das bibliotecas cuja função principal era a leitura pública declararam organizar algum grupo de leitura em 2025. Nos municípios com 10.001 a 30.000 habitantes, a proporção chegou a 61,6%. A diferença de 32,7 pontos percentuais é o resultado mais claro desta comparação. A média publicada do número de grupos entre bibliotecas ofertantes que responderam foi de três em ambas as categorias. O contraste separa a existência de uma atividade na biblioteca da quantidade de grupos informada por um programa já existente. São perguntas sobre aspectos distintos da oferta institucional, e seus denominadores precisam permanecer visíveis.

Nas seis faixas comuns de porte municipal, a oferta declarada variou mais, em termos relativos, que as médias condicionais apresentadas. A oferta não aumentou continuamente com o tamanho do município: cresceu até a faixa de 10.001–30.000 habitantes e caiu nas duas seguintes. Os municípios que são capitais metropolitanas aparecem separadamente na fonte e registraram proporção maior, de 65,3%. Suas bibliotecas não devem ser incorporadas à faixa comum de maior porte sem refazer a classificação e os cálculos. O resultado descreve uma oferta desigual entre instituições, sem sustentar a regra geral de que lugares maiores sempre têm mais grupos. Também permanece uma questão importante: as tabelas não mostram se os moradores participaram, queriam participar ou conseguiam chegar com facilidade aos grupos.

O denominador é a função de leitura pública, não a propriedade pública

A verificação mais importante das fontes diz respeito às bibliotecas às quais se perguntou sobre grupos de leitura. O censo mais amplo do Istat identificou 8.883 bibliotecas elegíveis abertas ao público em 2025, mas esse total não é o denominador desta análise. A questão 15 do questionário oficial identifica a função predominante de cada biblioteca. A primeira resposta corresponde à leitura pública, que abrange serviços gerais à comunidade. A questão 20.1a, sobre a organização de grupos de leitura, se dirige apenas às bibliotecas que escolheram essa resposta. A Tabela 3 registra 6.252 instituições nessa condição. A restrição pode passar despercebida porque os títulos das Tabelas 25 e 26 mencionam apenas bibliotecas, enquanto a instrução de encaminhamento está no questionário.

Função de leitura pública e propriedade pública são classificações diferentes. Das 6.252 bibliotecas na categoria funcional relevante, 5.851 tinham propriedade pública e 401, privada. Uma instituição privada pode oferecer serviços de leitura pública, enquanto uma instituição pública pode ter como principal função uma especialização temática ou a conservação de acervos. A distinção também resiste à conferência aritmética. Ponderar os percentuais de oferta por propriedade com as contagens dessa categoria funcional produz aproximadamente 44,48%, compatível com os 44,5% nacionais publicados. Usar as contagens mais amplas, de todas as funções, produz cerca de 43,14%, sem conciliação. O questionário e a verificação numérica sustentam, portanto, o denominador mais restrito. Cada percentual de oferta se refere às bibliotecas com função de leitura pública da categoria correspondente, incluindo as respostas desconhecidas explicitamente registradas.

Seis faixas populacionais e capitais metropolitanas em separado

As seis faixas comuns de porte municipal reúnem 5.975 bibliotecas de leitura pública. São 1.621 em municípios com até 2.000 habitantes; 1.608 na faixa de 2.001–5.000; 1.107 na de 5.001–10.000; 934 na de 10.001–30.000; 239 na de 30.001–50.000; e 466 na faixa acima de 50.000. Outras 277 bibliotecas pertencem a municípios que são capitais metropolitanas. A soma dessa categoria separada chega ao total nacional de 6.252. Essa conciliação demonstra que a linha das capitais metropolitanas não é um subtotal sobreposto a ser somado à faixa comum de maior porte. A tabela deste estudo mantém as sete categorias e a linha nacional de referência.

Os limites populacionais classificam o município onde fica a biblioteca; não descrevem seus usuários cadastrados nem a população de sua área de atendimento. Um município com várias bibliotecas contribui com várias observações. Um município sem biblioteca elegível não contribui com nenhuma observação para esta comparação da oferta institucional. Assim, o percentual de bibliotecas que organizam grupos não pode ser convertido no percentual de municípios com algum grupo, nem no percentual de moradores com acesso a eles. Deslocamentos entre municípios, horários de funcionamento, transporte e distribuição das bibliotecas na cidade podem importar para o acesso efetivo, mas essas relações não são estabelecidas pelas tabelas. Distinguir a categoria geográfica da unidade estatística evita transformar um resultado sobre bibliotecas em uma afirmação sem respaldo sobre oportunidades dos moradores.

A oferta cresce até os municípios médios e depois diminui

Os seis percentuais de oferta declarada são 28,9%, 40,2%, 52,7%, 61,6%, 52,3% e 43,1%, em ordem crescente de porte municipal. As quatro primeiras faixas apresentam, portanto, proporções progressivamente maiores, seguidas de queda nas duas categorias comuns de maior porte. O maior percentual entre essas faixas corresponde a aproximadamente 2,13 vezes o menor. Trata-se de uma razão entre percentuais publicados e arredondados, não de uma estimativa do número de grupos disponíveis por habitante. A amplitude de 32,7 pontos oferece um resumo absoluto mais simples; manter os seis valores evita que esse resumo esconda o formato da relação. Comparar apenas a menor e a maior categoria deixaria de mostrar o pico no meio da classificação.

As capitais metropolitanas registraram 65,3% de oferta declarada, além de 30,3% de respostas negativas e 4,3% de situação desconhecida ou sem resposta. No total nacional, os percentuais correspondentes foram 44,5%, 48,9% e 6,6%. Esses valores nacionais descrevem a composição efetiva das bibliotecas de leitura pública entre as categorias; não devem ser reproduzidos com uma média simples dos sete percentuais. Juntas, as duas menores faixas concentram mais da metade da base nacional relevante, enquanto a faixa de 30.001–50.000 é bem menor. As contagens ajudam a interpretar o agregado, mas não explicam por que a oferta difere. As tabelas não isolam recursos, equipes, preferências locais ou decisões organizacionais como causas do padrão observado.

A quantidade de grupos é uma medida condicional e arredondada

Depois de a biblioteca declarar que organizou grupos de leitura, a questão 20.1b pergunta quantos grupos ela organizou durante 2025. O questionário distingue expressamente grupos de encontros. Um grupo que se reúne repetidamente não é contado como um grupo novo a cada reunião. A medida não pode, portanto, ser interpretada como quantidade anual de eventos, frequência de encontros ou tempo de trabalho dedicado à atividade. A Tabela 26 informa média de três grupos em cinco das seis faixas comuns e de quatro na faixa de 30.001–50.000 habitantes. As capitais metropolitanas e o total nacional também apresentam média publicada de três. São médias arredondadas para números inteiros, não afirmações de que cada biblioteca ofertante manteve exatamente essa quantidade.

A nota da Tabela 26 acrescenta outra condição: a média é calculada entre as bibliotecas que responderam à pergunta. A descrição segura é, portanto, média publicada entre bibliotecas de leitura pública que ofereciam grupos e responderam ao item numérico. A tabela não fornece a contagem exata de respostas numéricas válidas por categoria de porte. Não permite estabelecer que todas as bibliotecas que declararam algum grupo informaram também uma quantidade utilizável. Além disso, a média isolada esconde a distribuição. A Tabela 26 apresenta separadamente percentuais com um, dois, três e mais de três grupos; a última categoria não tem limite superior especificado. Substituir todas as observações dessa categoria por quatro criaria informação inexistente e não reproduziria a média oficial. A análise preserva as médias publicadas sem reconstruir totais de grupos não observados.

Até onde é possível comparar as duas medidas

A oferta e a quantidade condicional de grupos usam unidades diferentes. Não faz sentido subtrair uma amplitude em pontos percentuais de outra em grupos por biblioteca respondente. Comparações relativas permitem uma verificação descritiva mais coerente. A divisão do maior pelo menor percentual de oferta é aproximadamente 2,13. A divisão da maior pela menor média condicional exibida é quatro dividido por três, cerca de 1,33. Esse segundo número é apenas a razão entre valores arredondados impressos na fonte. Apresentá-lo como razão exata entre as médias subjacentes exageraria a precisão. A conclusão útil é que o perfil publicado da oferta apresenta dispersão relativa maior que o perfil das médias condicionais publicadas nas seis faixas comuns.

Uma análise de sensibilidade ao arredondamento ajuda a distinguir essa observação de um efeito de apresentação. Sob arredondamento convencional para o inteiro mais próximo, uma média exibida como três fica aproximadamente entre 2,5 e 3,5; uma exibida como quatro fica entre 3,5 e 4,5. A maior razão possível entre esses intervalos se aproxima de 1,8. Aplicar arredondamento para o décimo mais próximo aos extremos da oferta mantém sua razão acima de aproximadamente 2,12. Essa verificação depende do modelo de arredondamento declarado; o Istat informa arredondamento automático, sem especificar o tratamento dos empates. Mais importante: examinar arredondamento não corrige diferenças na completude das respostas ou na seleção das bibliotecas que oferecem grupos. A comparação continua descritiva, sem teste de significância, estimativa de desigualdade entre moradores ou prova de que o padrão persistiria se todas as quantidades ausentes fossem conhecidas.

Respostas desconhecidas e sensibilidade do contraste principal

A Tabela 25 mantém uma categoria de situação desconhecida ou sem resposta. Nas seis faixas comuns, seus percentuais são 7,6%, 7,8%, 6,5%, 5,2%, 3,3% e 4,7%. Tratar esses registros como ausência confirmada esconderia uma distinção de mensuração. Um cálculo alternativo divide o percentual de Sim pela soma de Sim e Não. Com os valores arredondados da fonte, obtêm-se aproximadamente 31,3%, 43,6%, 56,4%, 65,0%, 54,1% e 45,3%. São proporções entre respostas de situação conhecida, não substitutos da medida original. Só representariam todas as bibliotecas elegíveis sem viés sob hipóteses adicionais sobre a ausência de respostas, que as tabelas agregadas não permitem verificar. Sua função é mostrar como uma mudança explícita de denominador afeta o padrão descritivo.

Outro exercício atribui primeiro ausência de grupo e depois presença de grupo a todos os registros desconhecidos. Os intervalos aproximados resultantes são 28,9–36,5%, 40,2–48,1%, 52,7–59,2%, 61,6–66,8%, 52,3–55,6% e 43,1–47,9%. Os extremos superiores usam 100 menos o percentual publicado de Não; arredondamentos independentes podem gerar pequena diferença em relação à soma de Sim e Desconhecido. Mesmo se todos os desconhecidos da menor faixa tivessem algum grupo, seu extremo superior aproximado de 36,5% permaneceria 25,1 pontos abaixo dos 61,6% observados na faixa de 10.001–30.000. Esses cenários tratam da situação desconhecida dentro da população tabulada. Não são intervalos de confiança e não abrangem bibliotecas omitidas do cadastro censitário nem quantidades numéricas ausentes entre ofertantes confirmadas.

Uma observação de 2025 coletada em 2026

O ano de observação é 2025. O Istat realizou a coleta entre março e julho de 2026 e publicou os primeiros resultados em 12 de outubro de 2026. Essas datas cumprem funções diferentes: coletar em 2026 não transforma a atividade dos grupos em uma observação de 2026. O censo mais amplo partiu de uma lista de 9.963 unidades. A nota metodológica registra 265 unidades sem resolução, equivalentes a 2,7% da lista inicial, e 8.883 bibliotecas elegíveis abertas ao público. A taxa informada de resolução ou resposta, de 97,3%, inclui unidades resolvidas posteriormente classificadas como inelegíveis. Ela não pode ser apresentada como taxa de resposta de 97,3% à pergunta sobre grupos de leitura, nem ao item sobre quantidade de grupos.

O censo abrange bibliotecas públicas e privadas que atendem aos critérios de elegibilidade e oferecem acesso a público externo. Bibliotecas escolares e universitárias ficam excluídas, assim como outras estruturas inelegíveis descritas na metodologia. A coleta e a integração também variam de maneiras relevantes para os dados ausentes. Na província de Bolzano, 88 de 269 bibliotecas preencheram o questionário online do Istat; informações das demais vieram do monitoramento provincial, com itens indisponíveis registrados como ausentes. A Tabela 25 informa 62,4% de situação desconhecida ou sem resposta para grupos de leitura em Bolzano. O exemplo recomenda cautela antes de interpretar toda ausência como recusa ou desinteresse e antes de montar classificações regionais sem examinar as diferenças entre fontes. Este estudo mantém a classificação nacional por porte municipal, sem estendê-la a um ranking regional insuficientemente qualificado.

O que o resultado diz às bibliotecas e o que não diz ao mercado editorial

Para quem acompanha bibliotecas, distinguir presença de quantidade condicional é útil porque uma média isolada pode deixar invisíveis as instituições sem programa. Uma média de três grupos entre ofertantes respondentes diz pouco, por si só, sobre a disseminação da oferta. A menor faixa comum combina essa média com 28,9% de oferta declarada; a faixa de 10.001–30.000 combina a mesma média exibida com 61,6%. Observar as duas medidas torna a diferença institucional visível sem presumir que determinado modelo de atividade seja superior. Também aponta uma necessidade concreta para pesquisas descritivas futuras: examinar informações sobre instituições sem grupos separadamente das características dos programas existentes, em vez de inferir aquelas condições a partir das médias destes.

Para editoras e autores, as implicações comerciais são mais restritas do que o tema pode sugerir. Essas linhas não medem presença nos encontros, membros, seleção de livros, compras, preferência por gêneros ou disposição a pagar. Uma biblioteca sem grupo não comprova demanda não atendida, nem demonstra que a comunidade ao redor não tenha grupos em outros espaços. Grupos independentes, encontros informais e outras formas de organização fora das bibliotecas estão além dessa medida. Mesmo uma biblioteca com vários grupos pode ter participantes sobrepostos ou calendários muito diferentes. A tabela sustenta uma descrição da oferta institucional, não uma previsão de vendas ou estimativa de tamanho de mercado. Qualquer estratégia prática de contato exigiria evidências locais adicionais e uma decisão separada sobre os destinatários; nenhuma dessas atividades integra os cálculos.

Reproduzir o resultado sem inventar um total

O arquivo para download preserva os percentuais e as médias arredondadas publicados, junto às contagens da base de leitura pública e às sensibilidades calculadas. Referências de células identificam as linhas pertinentes das Tabelas 25 e 26, enquanto a Tabela 3 fornece as contagens por função. O script recalcula amplitudes em pontos percentuais, razões relativas, percentuais entre situações conhecidas e extremos dos cenários de ausência de informação. Mantém separadas as linhas nacional e de capitais metropolitanas da comparação entre seis faixas. Os arquivos públicos contêm uma pequena tabela analítica e os métodos para examiná-la, sem redistribuir a planilha oficial completa. Quem desejar verificar a extração pode acessar a fonte do Istat e comparar diretamente as células identificadas.

Um cálculo tentador foi deliberadamente excluído: multiplicar a oferta pela média condicional para estimar grupos por biblioteca ou um total nacional. Essa identidade exigiria denominadores alinhados e informação suficiente sobre respostas numéricas válidas. A nota publicada não comprova resposta numérica completa entre todas as bibliotecas que responderam Sim, e as médias são arredondadas. Uma ampliação defensável precisaria das contagens de Sim, de respostas numéricas válidas e do total de grupos por categoria, com tratamento explícito das ausências. Até que essas informações estejam disponíveis, as medidas devem permanecer lado a lado. Os dados do Istat seguem seus termos gerais CC BY 4.0, salvo indicação contrária; a reutilização deve manter atribuição, link da licença e descrição das modificações. A explicação e os cálculos originais são de Alisson Bento, sem implicar endosso da instituição ou autorização para usar sua marca.

Grupos de leitura nas bibliotecas italianas

Itália · Ano de referência: 2025 · Coleta em 2026. Bibliotecas cuja função principal é a leitura pública · N = 6.252

Gráfico completo e fonte
Itália · Ano de referência: 2025 · Coleta em 2026 Bibliotecas cuja função principal é a leitura pública · N = 6.252 *As capitais metropolitanas estão excluídas das seis faixas populacionais. Respostas desconhecidas não contam como Não. Barras: parcelas observadas de Sim, não intervalos de confiança. Unidade: biblioteca, não habitante ou município. Não se medem a participação nem o total de grupos de leitura. Até 2.000: 28.9%; 2.001–5.000: 40.2%; 5.001–10.000: 52.7%; 10.001–30.000: 61.6%; 30.001–50.000: 52.3%; Mais de 50.000*: 43.1%; Capitais metropolitanas (categoria separada): 65.3%

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Gráfico e valores

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Oferta de grupos de leitura e médias condicionais, 2025
Habitantes do município/categoriaBase de leitura pública NSim (%)Não (%)Desconhecido/sem resposta (%)Média condicional arredondada de grupos
Até 2.000162128.963.57.63
2.001–5.000160840.251.97.83
5.001–10.000110752.740.86.53
10.001–30.00093461.633.25.23
30.001–50.00023952.344.43.34
Mais de 50.000, excluindo capitais metropolitanas46643.152.14.73
Municípios que são capitais metropolitanas (separados)27765.330.34.33
Itália625244.548.96.63

Bibliotecas com função de leitura pública. N é a base da pergunta sobre presença de grupos na Tabela 3, não o denominador não publicado de respostas numéricas válidas. Percentuais e médias mantêm o arredondamento da fonte. Capitais metropolitanas ficam separadas das seis faixas comuns.

*As capitais metropolitanas estão excluídas das seis faixas populacionais. Respostas desconhecidas não contam como Não. Barras: parcelas observadas de Sim, não intervalos de confiança. Unidade: biblioteca, não habitante ou município. Não se medem a participação nem o total de grupos de leitura. Fonte: Istat, Tabelas 3 e 25 · CC BY 4.0 · Análise: Alisson Bento

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Dados e downloads

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Oferta de grupos de leitura e médias condicionais, 2025
Habitantes do município/categoriaBase de leitura pública NSim (%)Não (%)Desconhecido/sem resposta (%)Média condicional arredondada de grupos
Até 2.000162128.963.57.63
2.001–5.000160840.251.97.83
5.001–10.000110752.740.86.53
10.001–30.00093461.633.25.23
30.001–50.00023952.344.43.34
Mais de 50.000, excluindo capitais metropolitanas46643.152.14.73
Municípios que são capitais metropolitanas (separados)27765.330.34.33
Itália625244.548.96.63

Bibliotecas com função de leitura pública. N é a base da pergunta sobre presença de grupos na Tabela 3, não o denominador não publicado de respostas numéricas válidas. Percentuais e médias mantêm o arredondamento da fonte. Capitais metropolitanas ficam separadas das seis faixas comuns.

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Sensibilidade à situação desconhecida nas seis faixas comuns de porte
Habitantes do município/categoriaSim entre situações conhecidas (%)Todos os desconhecidos como Não: inferior (%)Todos os desconhecidos como Sim: superior (%)
Até 2.00031.328.936.5
2.001–5.00043.640.248.1
5.001–10.00056.452.759.2
10.001–30.00065.061.666.8
30.001–50.00054.152.355.6
Mais de 50.000, excluindo capitais metropolitanas45.343.147.9

Cálculos com percentuais arredondados. Parcela entre situações conhecidas = 100×Sim/(Sim+Não). Extremos dos cenários de situação desconhecida = Sim e 100−Não. Não são intervalos de confiança e não tratam de quantidades numéricas de grupos ausentes.

Evidências e método

Como calculamos

  1. Análise secundária descritiva das Tabelas 3, 25 e 26 do Istat, ano de observação 2025; coleta de março a julho de 2026; primeira divulgação em 12 de outubro de 2026; acesso em 30 de outubro de 2026.
  2. As páginas 9 e 11 do questionário confirmam a elegibilidade pela função de leitura pública e o encaminhamento condicional da quantidade de grupos. As bases somam 6.252; capitais metropolitanas permanecem separadas.
  3. Preservam-se percentuais arredondados e médias inteiras da fonte. Calculam-se amplitude em pontos percentuais, razões relativas, percentuais entre situações conhecidas e cenários de situação desconhecida. Sem testes inferenciais ou totais combinados de grupos.
  4. O script disponível recalcula medidas derivadas do CSV analítico; URLs e referências de células permitem revisão independente da extração.

O que os dados não permitem concluir

  • A unidade é a biblioteca, não municípios, habitantes, membros ou participantes. Função de leitura pública não é propriedade pública.
  • As médias condicionais não vêm acompanhadas de contagens de respostas numéricas válidas; não multiplicar oferta por essas médias para estimar totais.
  • Permanecem incertezas de cobertura censitária, ausência de itens, diferenças entre fontes administrativas e arredondamento. Cenários de situação desconhecida não são intervalos de confiança.
  • Não se estabelecem frequência de encontros, membros, participação, vagas, demanda, compras de livros, preferência por gêneros ou mecanismo causal.

Fontes originais

  1. Istat: Indagine sulle Biblioteche, reference year 2025

    Istat: Indagine sulle Biblioteche, referência 2025: primeiros resultados publicados em 12 de outubro de 2026; coleta de março a julho de 2026.

    Acesso em 30 de outubro de 2026

  2. Istat statistical tables, 2025

    Tabelas estatísticas do Istat, 2025: Tabela 3, bases por função de leitura pública; Tabela 25, presença de grupos; Tabela 26, distribuição condicional e médias arredondadas. Nota das médias na linha 63.

    Acesso em 30 de outubro de 2026

  3. Istat methodological note

    Nota metodológica do Istat: cadastro censitário, elegibilidade, coleta, unidades não resolvidas, diferenças de fontes provinciais e arredondamento; páginas 1–4.

    Acesso em 30 de outubro de 2026

  4. Istat glossary

    Glossário do Istat: função predominante de leitura pública, distinta da propriedade; página 2.

    Acesso em 30 de outubro de 2026

  5. Istat official questionnaire, 2026 collection

    Questionário oficial do Istat, coleta de 2026: página 9, Q15 identifica a função; página 11, Q20.1a se aplica apenas se Q15=1, e Q20.1b apenas se Sim. Contam-se grupos, não encontros.

    Acesso em 30 de outubro de 2026

  6. Istat legal and reuse terms

    Termos legais e de reutilização do Istat: CC BY 4.0 por padrão, salvo indicação contrária; exigem atribuição, link da licença e aviso de modificações. Marcas e materiais de terceiros têm restrições próprias.

    Acesso em 30 de outubro de 2026

Como citar e reutilizar

Alisson Bento. Grupos de leitura nas bibliotecas italianas: a oferta varia mais que as médias condicionais publicadas. Análise secundária original do Istat, referência 2025; coleta em 2026. Fontes acessadas em 30 de outubro de 2026. https://alissonbento.com/pt/research/italy-library-reading-groups-municipality-size/

Fonte: Istat, Indagine sulle biblioteche pubbliche e private, observações de 2025, coleta de 2026, Tabelas 3, 25 e 26. Dados de origem: CC BY 4.0, https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/. Cálculos e explicação originais: Alisson Bento. Seleção, rótulos e sensibilidades calculadas são modificações; não se implica endosso do Istat nem direito de uso de sua marca.

Correções ou dúvidas editoriais

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